Diante de perguntas retóricas me pergunto quando a simulação de uma suposta importância positiva quanto a vidas alheias, será banida por nós mesmos. A aceitação quanto às diferenças parece simplesmente permanecer em slogans presos em rodapés de cartazes.
Muitas das vezes parece que a vida e as ações são pensadas e planejasdas somente por impulsos de comerciais de Tv no fim de ano.
Precisamos de ações menos egoístas.
Talvez ouvir mais e cobrar menos estejam dentro de proporções inversas lançados nos valores de uma balança.
E os erros no fim de tudo, se tornam meros consequentes aliados, porque quando a poeria baixa, vem a superação.
Escorregar não é inevitável, às vezes é previsível e as vezes não. E ficar de pé requer nada menos nada mais do que a própria fé.
A estabilidade requer tempo, inclusive, já parou para analisar como tem sido gasto o seu?
O improviso dos acontecimentos oscila devido a consequencias do que se fez.
E o tempo pode não poder esperar tanto...
Daiane.
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